Internet das coisas: ela promete ser o futuro do marketing. Você conhece?

Por 03/03/2017
Internet das coisas: ela promete ser o futuro do marketing. Você conhece?

O mundo vive uma era em que é difícil desatrelar o virtual do real. As duas camadas de realidade se mesclam. É difícil pensar num cotidiano sem telas, botões, cliques, dispositivos, comandos de voz e computadores. Existe um nome para o conceito que designa a integração entre o online e o offline, o toque e o touch screen, os sentidos e o sensor. A internet das coisas é uma grande tendência para os próximos anos, e vale ficar ligado nela!

<h2>O que é a internet das coisas?</h2>
A internet das coisas é também chamada de IOF – consequência do termo em inglês, Internet of Things. Mais do que uma mera nomenclatura, a internet das coisas é uma modalidade de revolução tecnológica. Refere-se a noção de um futuro (muito presente!) em que todos os objetos, dispositivos e serviços estarão, de alguma forma, conectados ou dependentes da internet a certa escala. Assim, em um mundo ideal, não haveria a barreira entre o real e o virtual porque as duas coisas estariam intimamente ligadas. O universo regido pela internet das coisas seria mais dinâmico, sensorial, eficiente, rápido e, sobretudo, inteligente. Assim, a IOF transforma permanentemente o cotidiano do ser humano.

<h2>Qual é a aplicação prática da internet das coisas?</h2>
Num primeiro momento, é possível pensar em diversos equipamentos que dependem da internet para operar todas as suas funcionalidades disponíveis. Smartphones, tablets, videogames, notebooks, smart TVs, câmeras fotográficas e de vídeo. Perceba que, na maior parte dos dispositivos citados, o objetivo não é utilizar a internet através deles, mas sim, utilizar a conexão para trazer novas funções úteis para o propósito desses aparelhos. O objetivo da IOF é adaptar a tecnologia a outros utensílios cotidianos, como geladeiras, microondas, lâmpadas, máquinas de lavar, aparelhos de som, carros, brinquedos, talheres, e por aí vai. Isso tornaria o mundo mais dinâmico e inteligente. Já pensou em um ar-condicionado que, por exemplo, usasse a conexão a internet para consultar a previsão do tempo e calcular por conta própria a temperatura ambiente mais adequada? Isso é possível graças a IOF.

<h2>A internet das coisas e o marketing digital</h2>
Quem trabalha com marketing digital já deve estar acostumado a pensar conteúdo e estratégias para diversas plataformas – redes sociais, blogs, e-mail, mobile, YouTube, Snapchat. Agora, imagine todas as novas perspectivas que a popularização dos conceitos de internet das coisas abrem para quem trabalha com tecnologia.

A internet das coisas lança novas possibilidades para a segmentação do marketing digital. Imagine, por exemplo, que você trabalha para uma marca de refrigerantes. Em determinada geladeira, há um dispositivo que, utilizando informações do Google, mostra para o usuário quais são os melhores preços de alguns itens que estão em falta na dispensa. Pense em todas as estratégias que seriam utilizadas para posicionar a tal marca de refrigerantes que você representa entre os melhores preços…

Muito Black Mirror? Talvez. Mas a internet das coisas já é uma realidade, e, por enquanto quem trabalha com marketing precisa se ater a uma das maiores tendências de 2017, relacionadas a IOF: a criação de conteúdo diverso para vários gadgets que se comunicam entre si. É imprescindível bolar estratégias de marketing para o Instagram Stories que conversem com o Snapchat, que por sua vez conversem com o YouTube, e que, por último, possam ser consumidas e absorvidas por quem utiliza Smart TV para assistir conteúdo audiovisual.

Cada vez mais, é fundamental conhecer todas as plataformas disponíveis para sobreviver no mundo do marketing digital. E você, está esperando o que?

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